blogger | gmail | blogs | o blog original





banda: Fleetwood Mac

tema: Seven Wonders

álbum: Tango in the Night

ano: 1987


Quando eu disse a um amigo que escrevia uns textos neste "block", o safado teve a lata de me enviar esta foto e de me dizer para ter cuidado para não engolir nenhuma pastilha porque me podia fazer mal à saúde.
Felizmente, na foto, estão todos muito saudáveis e bem dispostos, pelo que eu acho que ele não tem razão para dizer o que disse. Antes pelo contrário. Eu espero é que TODOS os companheiros "blockistas" tratem de botar cá para fora tudo o que lhes vai na alma para nós termos assunto para ler. É escrever pessoal, é escrever! Pouco, muito, não importa, entrem no baralho.

Já sabem! Quereis ir à casinha numa viagem low cost?

Metam uma moedinha de 1 € na ranhura para a porta abrir. Em alternativa fazei a mijinha logo na entrada do cockpit, de preferência alçando a pernita.

Mas eu tenho uma dúvida. Talvez as nossas prezadas companheiras "blokistas" e técnicas de assistência a bordo me possam esclarecer. Se eu meter uma nota de 5 € dão-me logo o troco em folhas de papel higiénico?

Boas viagens amigos e não esqueçam.....xixi antes de embarcar!

A minha relação com os cães foi sempre intensa apesar de nunca ter sido um daqueles “donos” obcecados com o(a) “menino(a)”.

A minha aventura com estes adoráveis bichinhos começa por volta dos meus 5 anos.
Nessa altura morava com os meus avós em Anadia, num belo dia o meu avô ensina-me a dominar um cão, “se algum te atacar tentas agarrar com força no focinho para evitar que te morda”.

Confiante fui ao talho com a minha avó e lá estava a primeira vítima, tinha então um problema para resolver… o cão devia atacar-me… devo ter feito alguma porque após as tradicionais festinhas o Pincher (todos sabemos que estes cães são lixados) tenta abocanhar-me… mas eu tinha uma nova técnica e com a minha mãozinha de 5 anos aperto-lhe o quase inexistente focinho... depois fui para o hospital levar uma bácina na dúvida se a valente mordedela nos dedos traria problemas ou não.
Foi o primeiro cão da minha vida.

O segundo já lhe conheci o nome na vez dos dentes, o Malhado, também em Anadia este rafeiro era alimentado com os habituais restos lá de casa, o Malhado ia diariamente com a minha avó buscar-me ao colégio das freiras, diz-me ela que às vezes o cão não a acompanhava até ao colégio… já lá estava à espera… na hora habitual… depois regressávamos os três até casa.

Alguns anos depois os meus pais regressam de Moçambique e com eles uma Chiwawa branquinha chamada Bubu que tinha uns olhos que mais pareciam papa-mundos*, era já velhinha e nunca foi muito à bola com a minha pessoa pois era habitual ver-lhe os dentes... sem nunca por a mãozinha.

O 4º cão, o Pluto, é talvez o mais intenso da minha vida, tudo começa pela escolha do nome um belo episódio de família em que o meu pai resolve acabar com todas as restantes hipóteses (sinceramente não me lembro quais as restantes) com um… “acabou-se vai chamar-se Pluto”… adorámos.
O Pluto foi o companheiro das aventuras de criança e ia para todo o lado connosco, às vezes até era incómodo pois queríamos ir para a escola e lá vinha ele atrás… éramos forçados a despistá-lo… subíamos um muro alto que dava para outra estrada e lá ficava ele impotente a olhar… dávamos a volta e já na mesma rua mas mais à frente espreitávamos com muito cuidado e lá estava ele sentado e frustrado continuando a olhar para referido muro.

Uma história que o meu pai conta é a de um cliente habitual do nosso café que trazia-lhe sempre comida (tipo restos de torresmos… de presunto), esse Sr. adoeceu gravemente e já na fase terminal foi internado no hospital de V.F.X., o meu pai e outros amigos foram visitá-lo e adivinhem quem apareceu no quarto do hospital… o Pluto… foi visitá-lo também e claro foi a choradeira geral entre homens amigos.

Teve uma morte estúpida, enforcado, de noite ficava preso com uma trela comprida e dessa vez por algum motivo subiu ao muro que não imaginávamos que conseguisse e caiu para o outro lado… soubemos na manhã seguinte.

O segundo cão mais famoso do bairro do Bom-Retiro era o Colhão Malhado digamos que era o David Bowie dos cães só que na vez de ter um olho de cada cor tinha 2 sacos de batatas de cada cor agarrados ao pénis, numa brincadeira estúpida de Carnaval colocaram-lhe uma bombinha no rabo e acenderam… não sei qual foi o estúpido resultado mas fico por aqui.

Anos mais tarde e já em Aveiro aparece-me na minha vida o Baltasar um pastor alemão da Soraia e posteriormente a Cocas, uma caniche branquinha das pequenas que por algum motivo gostava mais dos pés do meu irmão Nuno do que de mim.

Já mais recentemente os nossos Bóris que a primeira coisa que fez foi uma diarreia de 10lts no meu carro que 8 anos depois ainda me lembro do odor, o Lord e a Luna e agora a nova estrela o Balu.
Estes estão todos vivinhos da Silva pelo que não há lugar a retrospectivas.

* Os papa-mundos para quem não sabe são uns berlindes mas não os berlindes de tamanho normal são aqueles grandalhões quase do tamanho das bolas de ping-pong.
Há também um tal Sushi que não é mais do que o substituto da Cocas e que reservo-lhe apenas esta mísera nota de rodapé porque já me cravou os dentes na minha mãozinha… és um palerma oh… Sushi!?
Sushi? Eu nem gosto de sushi.

A citação atribuída a Karl Marx que por aí correu, sobre a crise financeira actual, e que eu digeri como boa assim como a nossa cara "blokista" CG, afinal parece ter sido fruto de uma publicação satírica americana, conforme se pode ler em A Educação do meu Umbigo.

Ai, ai, ai, como é que eu ainda acredito em pitonísas....???

Será que se pode dizer que "pela boca morre o peixe" ou será que se aplica a todos que chegam ao poder?

Esta minha cabecinha já não consegue fazer a destrinça!

http://www.youtube.com/watch?v=pV-HU56PLNg

Não é em Portugal mas, enfim, já é um bom sintoma que os princípios enunciados nesta notícia, Schools should adopt back-to-basics discipline, says Ofsted - Telegraph , sejam considerados relevantes.

Devagar, devagarinho, ainda hei-de ver os alunos a cumprirem as regras de boa educação...

Nada como uma apreensão de livros, com as capas enriquecidas com a imagem do quadro "A origem do Mundo", seguida pela respectiva devolução, para promover a cultura e o conhecimento da pintura.

Os Óscares escolhidos por nós foram:















































Estou pronta para mais uma irritaçãozinha.
A cena passa-se em qualquer lugar.
E vamos nós na nossa vidinha quando encontramos alguém, que geralmente, já não vemos há muito tempo:
- Então? Tudo bem?
Perguntamos nós.
- Mais ou menos!
Respondem com um ar tristonho.
- Mas porquê? Estás doente?
-Não.
-Morreu alguém próximo? Familiar ou amigo?
-Não.
-Tens algum familiar doente?
-Divorciaste-te?
-Perdeste a custódia dos teus filhos?
-Morreu o teu animal de estimação?
-Estás desempregado?
-O teu salário não chega para as tuas despesas?
-Ficaste sem casa?
-Não tens amigos?
-Não.
-Não.
-Não.
-Não.
-Não.
-Não.
-Não.
-Não.
Desculpem, mas irrita-me.
-MAIS OU MENOS!!!!????

Por favor tenham juizo! A vossa vida é óptima!
Vão andar a pé!
Comam uma maçã Fuji!
Vão andar de BUGA!
Leiam um livro! É caro? Vão à biblioteca.
Conversem com alguém!
Vão ao cinema! É caro? Vejam em casa.
Tomem um café numa esplanada? Está a chover? Tomem lá dentro.
Mas por favor nunca mais ofendam quem tem problemas.

E acreditem que a mudança está dentro de vocês!

E vocês, a quem a vida vos faz tropeçar, e continuam a encontrar boas razões para sorrir, os meus parabéns.

Mais ou menos!!!!
Irritam-me!!!

Liedson...Bate leve levemente(mas doi)!!!

Não será este Sr. (infelizmente!) também ele um dos melhores do mundo???

Eu não tenho duvidas!!

No outro dia enviaram-me este pensamento que achei bastante actual.
Parece mentira mas Karl Marx continua actualizadíssimo.
"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado" Karl Marx, in Das Kapital, 1867

Há anos que tenho como página de entrada na net o Sapo e hoje surpreendentemente, quando olhei para o canto superior esquerdo do portal, vi a bandeira de Moçambique.

Foi criado o Sapo Moçambique!
Para os que como eu têm uma relação especial com África e em particular com este país aqui vai http://www.sapo.mz/.

Alguém sabe quem é Muntazer al-Zaid?

Acertaram, é esse mesmo, é o jornalista iraquiano que tentou acertar com os sapatos no ex-presidente W. Bush, o cavalheiro começou agora a ser julgado e arrisca-se a “levar” com 15 anos de cadeia.

Isso mesmo… 15 anos de cadeia... é que no Iraque a falta de pontaria paga-se caro.

“Queres ter liberdade? Queres? Então p’rá próxima acerta ò zarolho”

Eu respeito os meus conselheiros porque eles acumularam saber e conhecimento (no singular e não no plural).

Ao não se esquecerem daquilo que aprenderam ou fizeram e que me transmitem, podem impedir-me de cometer erros.

Felicito-me por não ser tão crente quanto o Presidente da República.

Segundo notícia do El País, o governo da Argentina deu ordem de expulsão, no prazo de dez dias, a Richard Williamson, o bispo negacionista da Shoah.

Para onde irá? Como diria um amigo, JP, "em minha casa não entras!"

Eficácia é, para mim, uma das palavras-chave do desenvolvimento de Portugal.

Nós não somos burros. Somos capazes de fazer tudo quanto os outros fazem. Pensar, criar, organizar, aplicar, desenvolver e, até, vender. E, ainda mais, “desenrascar”! Esta nossa característica levou-nos, nos séculos dos Descobrimentos, a caminhar para o desconhecido. E só é capaz de se aventurar assim, sem rede de protecção, quem sabe que se “desenrasca”. E deste modo emigrámos e nos espalhámos pelo mundo e estamos por toda a parte de tal modo que costumo dizer: “Português é como piolho, encontra-se em todo o lado até nas bainhas das calças”. E somos reconhecidos e requisitados por sermos capazes. Excepto quando estamos no nosso País. Aqui chegamos tarde, esquecemo-nos do que temos de fazer (ou do que fizemos), deixamos para depois de amanhã o que é para hoje, deitamo-nos tarde e levantamo-nos ainda mais tarde (excepção – quando Belmiro de Azevedo foi à Assembleia da República e começou a sessão às oito da manhã, se não erro), gostamos de dizer “agora não posso atender volte para a semana que já tenho a fotocópia tirada”, etc. etc. (vocês sabem do que eu estou a falar!!!…)

Mas, infelizmente, criámos uma monstra tão grande que nos faz perder tempo e andar à volta das coisas como um cachorro a tentar morder no próprio rabo, em lugar de irmos para a frente. Essa monstra é a cultura da desresponsabilização e, consequentemente, a ausência da respectiva penalização. Não existindo esta, tudo é possível porque nada de mau (ou de muito mau) nos vai suceder. Desconheço as razões que nos levaram a este estado mas ainda temos de juntar à monstra o excesso de “garantismo” para tudo o que é mau – atropelou? pois não sei, ia tão devagar, a culpa foi do nevoeiro…(o peão é que não devia ir no passeio), assaltou? roubou? passa droga? ah e tal, tem fome, é a sociedade que cria estas situações de injustiça, …. pena suspensa, mesmo depois de vários delitos; colarinhos brancos a locupletarem-se com o que não é deles? não vi, não sei, a mim nunca me disseram, nem assinei nada…; mentiu? quem?, eu não, foram apenas contradições, também não me posso lembrar de tudo…sinais exteriores de riqueza, enriquecimento súbito? quando, como, onde, aqui? …aqui não, não há disso; o polícia deu um tiro porque apanhou em flagrante delito? É pá, não pode, isto é violação de blábláblá…. os direitos humanos e tal, ainda se for o polícia a levar um tiro enfim, é o risco da profissão…. e penso que já me fiz entender (se não estiverem esclarecidos digam porque eu explico doutra maneira…). Adiante.

Para além daquela demonstração de eficácia a que o JP já aludiu na “posta” da Teoria da Conspiração, vou acrescentar uma que demonstra como os Portugueses também têm essa atitude quando existe regra para cumprir (e não para inglês ver).

Visitei aqui há uns tempos um amigo que vive fora (não é em Marte…) e possui uma casa com um terreno circundante com cerca de um hectare. Terreno relvado, nada de lixos, nem um papelinho, coelhinhos e esquilos saltitantes, volta e meia um corço, enfim lindo. Lindo e muito bem conservado.
- Amigo, isto dá-te um trabalhão a manter assim…
- Nem me digas, mas não tenho alternativa. Ou faço eu ou contrato alguém para o fazer. E não me posso descuidar.
- Então porquê?
- Porque o técnico da Câmara Municipal que cuida das zonas verdes, quando passa aqui, se eu tenho a relva mais alta que os centímetros estipulados, ou algum lixo, avisa-me “olhe que para a semana eu volto por aqui e preciso de ver isto arranjado”….ou deixa o aviso na caixa do correio.
- Ehh, digo eu, a pensar em Portugal, ele só volta daqui a um mês e torna a avisar…
- Nã, nã, ele volta mesmo para a semana e se não estiver tudo arranjado vai direitinho ao computador que traz no carro e cancela-me a carta de condução. E eu estou lixado porque me vai dar uma trabalheira do “caraças” para a ter de novo e custa-me uma pipa de “massa”. E isto se não for apanhado a conduzir com ela cancelada porque nessa altura fico também com o carro apreendido. Tás a ver que é melhor tratar da relva.

Como veêm, fácil e barato, sem excessos de “garantismos”. E o tal técnico só lhe deixa um papelito na caixa do correio a dizer que a carta está cancelada. Nalguns casos chama os vizinhos do prevaricador para comprovarem o mau estado da propriedade.

Moral da história – Bem mais barato e mais fácil de fazer do que deixar arder a floresta em Portugal todos os anos, por as matas não serem limpas.

Mas aqui, aquela actuação não era possível – tem que ser avisado por carta registada com aviso de recepção (só isso demora 8 dias) e depois a morada não é aquela… e isso era do meu bisavô… e o Estado também não limpa o que é dele! E, pronto, ardemos!!!!


A propósito...ou talvez não...eu acho que é talvez sim

"As leis são como as teias de aranha que apanham os pequenos insetos e são rasgadas pelos grandes." (Sólon)

A propósito...ou talvez não...

“É natural que as crianças mintam. Ao fazê-lo, mais não fazem do que imitar os adultos”.
Segismund Freud.

O mercado de transferências encerrou para a Liga no passado dia 31 de Janeiro mas eu decidi (espicaçado pelo Rui Miguel) deixar-me de pruridos e não cumpri os regulamentos.

Contratei o nosso 1º reforço de inverno, o meu amigo Zétó Rodrigues.

Convidei-o porque conheço-o bem e porque sei que é dos "nossos", para além de ser um músico e pessoa que admiro é um puro-sangue, no convite disse-lhe "Zé pensa nisso e depois avisa-me se aceitas ou não" disse-me logo que sim e sem que eu tivesse tempo para o apresentar aos restantes membros surpreendeu-nos com uma mensagem.

É isso mesmo que precisamos, para começar já marcaste um golo e mesmo que a Liga me envie a multa pago-a com satisfação.
Bem-vindo.